Impressões: O Louvre e a Monalisa

Eliane e Samuel em frente à escultura de Canova
Eliane e Samuel em frente à escultura de Canova

Em Paris fomos ao Museu do Louvre, évident. Estávamos preparados para uma grande maratona, física e intelectual. Tiramos o dia para o museu mais famoso do mundo e já sabíamos que seria pouco. E pensar que o museu começou com apenas doze obras!
Eu particularmente gosto de esculturas. A nossa foto em frente ao beijo de Eros em Psique de Antonio Canova foi um dos raros momentos sem multidão de turistas ao redor.

Não foi o caso do quadro da Monalisa. A visita vale pela experiência multi-cultural com outros turistas. Não para apreciar o quadro de Leonardo Da Vinci.

Multidão para ver a Monalisa
Multidão para ver a Monalisa

Aliás, o que a Monalisa faz quando ninguém olha?

Monalisa faz caretas
Monalisa faz caretas

3 opiniões sobre “Impressões: O Louvre e a Monalisa”

  1. 🙂
    Realmente não dá para VER a Monalisa. É até constrangedor distribuir cotoveladas para chegar mais perto e, por fim, constatar que estamos atrapalhando a fotografia de alguém.

    Em julho, mes superlotado em Paris, passei muitas horas no Louvre e uma das coisas que observei foi o ‘sistema’ que a maioria usa para visitar o museu. Pegam o folheto e seguem ‘as figurinhas’ das obras mais famosas, passando batido por quase tudo o mais.

    Isso acontece em quase todos os museus e, na certa, reflete o lado consumista do turismo. Não dá tempo para fruir… a pessoa fotografa para olhar depois. pode?

    Mas, … como eu tinha tempo, consegui esperar os breves momentos em que a multidão some.

    abraços!

    1. Suzana…realmente é tudo isso que voce falou e mais um pouco…Passam batido nas telas não menos famosas de outros artistas ¨¨ menos conhecidos ¨¨…e acabam deixando de ver e sentir a Genialidade da outras grandes obras. Essa de tirar foto e nao ¨¨VER ¨¨ a obra num todo realmente é muito triste. Gostei do seu comentario. Abraços

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