Crença e Descrença na Medicina e na Fé

dr House Dois relatos interessantes tratam a questão das doenças sobre pontos de vistas completamente diferentes.

O primeiro, de um médico sobre sua angústia ao lidar com pacientes que não se impressionam com resultados científicos impressionantes. Read When impressive science fails to impress patients by Dr. David. Gorski.

O segundo, de um pastor evangélico sobre sua angústia ao lidar com religiosos e suas expectativas de milagres (que não acontecem) para a cura de doenças. Leia Onde está o milagre? do pastor Ricardo Gondim.

E por incrível que pareça ambos autores perguntam por que tanta gente acredita em anedotas.

No caso do Dr. Gorski, por que os pacientes se apegam a casos isolados e não acreditam nos dados estatísticos que os bons médicos possuem?
No caso Pr. Gondim, por que os cristãos se apegam a promessas de curas ou milagres sem nenhuma comprovação?

Como diria o Dr. House no episódio Human Error

How come God gets credit whenever something good happens?

2 opiniões sobre “Crença e Descrença na Medicina e na Fé”

  1. Esses casos são variações do fenômeno de reforço comunal ou comunitário. Devido à herança cultural, as pessoas preferem se agarrar a crenças passadas de geração em geração, aceitando o argumento de autoridade ancestral. Elas nem mesmo tentam entender o que a ciência tem a dizer. Felizmente, ao contrário dos métodos da medicina alternativa e complementar, os antibióticos funcionam ainda que o paciente não acredite neles…

  2. As pessoas atribuem autoridade àquilo que demonstra autoridade.
    Mitos e crendices funcionam em diversos casos independentemente da ciência dizer que há ciência por trás do funcionamento daquilo, parafraseando House: porque a ciência tem que levar o crédito quando algo bim funciona?

    A ciência não possui autoridade a priori, e por isso algumas pessoas não atribuem crédito a ela.

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