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	<title>Comentários, Críticas, Dicas etc.</title>
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	<description>do Prof. Dr. Samuel Rocha de Oliveira</description>
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		<title>Comentários, Críticas, Dicas etc.</title>
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		<title>A arte da ciência: criando um futuro melhor</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 05:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ASTC]]></category>
		<category><![CDATA[Fort Worth]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
O título deste post foi o tema da Conferência de 2009 da ASTC (Associação de Centros de Tectnologia e Ciências) na qual tive a oportunidade de participar.
A ASTC 2009 aconteceu em Fort Worth, terra onde o velho Oeste começou. Este é o lema da cidade que é bem valorizado.
Todos os dias há uma parada de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=854&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Introdução</h3>
<p>O título deste post foi o tema da <a title="2009 ASTC" href="http://www.astc.org/conference/index.htm">Conferência de 2009</a> da<a title="ASTC" href="http://www.astc.org/"> ASTC (Associação de Centros de Tectnologia e Ciências)</a> na qual tive a oportunidade de participar.</p>
<p>A ASTC 2009 aconteceu em <a title="Fort Worth" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fort_Worth">Fort Worth</a>, terra onde o velho Oeste começou. Este é o lema da cidade que é bem valorizado.</p>
<div id="attachment_855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0004.jpg"><img class="size-medium wp-image-855" title="DSCN0004" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0004.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Mercado de troca e venda de gado em Fort Worth" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado de troca e venda de gado em Fort Worth</p></div>
<p>Todos os dias há uma parada de gado &#8220;longhorn&#8221; e de cowboys no Live Stock District:</p>
<div id="attachment_856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0008.jpg"><img class="size-medium wp-image-856" title="DSCN0008" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0008.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Parada de gado longhorn em Fort Worth" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Parada de gado longhorn em Fort Worth</p></div>
<p>O interessante da cidade, que tem um centro muito bonito e empresarial, é que a tradição dos Cowboys convive com outras formas culturais e não por acaso a cidade abriga muitos museus interessantes e agora está inaugurando um enorme<a title="Museu de ciências de Fort Worth" href="http://www.fwmsh.org/home/index.html"> museu de ciências</a>.</p>
<h3>Impressões genéricas</h3>
<h4>Capitalismo americano</h4>
<p>Todos falam da crise econômica, mas o que me chamou a atenção foi um anúncio na TV (nem lembro do que era). &#8220;Nesta crise, aproveite a oportunidade para renegociar TUDO&#8221;.</p>
<p>Nos aeroportos, alguns empresários perceberam que há uma demanda enorme por acesso à internet wireless. São aqueles viciados em e-mail que não podem ficar muito tempo sem conexão. Se há procura, há oferta a um preço que eles avaliam alguém vai pagar. Até aí não há diferença dos aeroportos no Brasil recentemente. O que chamou a atenção é que a competição por &#8220;escolher&#8221; um determinado aeroporto também existe. Assim, a internet é livre no aeroporto de Orlando, que precisa atrair mais viajantes do que em Dallas, por exemplo.</p>
<p>Tempo é dinheiro, e isto é levado a sério pelos americanos. Eu reservei o hotel com bastante antecedência e tive um preço e qualidade melhores do que um colega que teve que escolher o hotel na semana antecedente ao evento.</p>
<p>Apesar de toda a crise, a riqueza acumulada neste país é muito grande. Basta ver o tamanho e movimento nos aeroportos.</p>
<h4>Urbanismo americano</h4>
<p>Na maior parte das cidades americanas, a ocupação urbana é de baixa densidade. Isto implica tudo muito espalhado e longuíssimas distâncias conectadas por rodovias enormes com muitas faixas etc. Em resumo, é quase impossível não ter carro próprio para se deslocar de um lugar para o outro. O trânsito é muito ordenado, sob vigilância onipresente de policiais.</p>
<h4>Regras pra tudo</h4>
<p>Gostando ou não, há regras bem estabelecidas que prevêem quase tudo. Por exemplo, no centro de Fort Worth havia um show de música texana popular, um rock caipira (coutry rock). Começou logo após o almoço. O local foi cercado (cerca baixa), e fica então permitido o consumo de álcool (para maiores de 21 anos) mas apenas no interior do cercado. Veja a foto:</p>
<div id="attachment_857" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0002.jpg"><img class="size-medium wp-image-857" title="DSCN0002" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/dscn0002.jpg?w=300&#038;h=225" alt="show de regras" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Concerto de country music in Fort Worth</p></div>
<p>De costas vemos alguns policiais que não pensam duas vezes antes de expulsar alguém que esteja ficando inconveniente. Eu vi uma cena assim: Quatro policiais enormes colocando, gentilmente, um sujeito pra fora. Para entrar no cercado US 25 e nem pensar em saltar só porque é baixo. Se quiser assistir ao concerto, do lado de fora, não há problema.</p>
<div id="attachment_864" class="wp-caption alignleft" style="width: 151px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/placadepiscina.jpg"><img class="size-medium wp-image-864" title="placadepiscina" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/placadepiscina.jpg?w=141&#038;h=300" alt="Placa de piscina em Fort Worth" width="141" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Placa com proibições em piscina estética em Fort Worth</p></div>
<p>A cidade tem um jardim com cascatas artificiais e espelhos d´água. Veja a placa de uma piscina:</p>
<p>Na parte de baixo dá pra ver cinco símbolos de proibições.</p>
<h3>A conferência</h3>
<h4>A feira de fornecedores</h4>
<p>Na sexta-feira um grande saguão foi usado para stands de empresas que de alguma forma fornecem produtos ou serviços para os museus de ciência. Impressionante. Eles são muito profissionais e fazem excelente propaganda de tudo. Eu tenho mais de 70 folders ou cartões. O problema é que eles cobram caro para os nossos padrões brasileiros, mas algumas coisas valem a pena.</p>
<p>O uso de alta tecnologia pra imagens talvez teve a maior quantidade de oferta e variedades. Nesta categoria coloco o globo digitalizado, que o nosso <a title="Museu Exploratório de Ciências - Unicamp" href="http://www.mc.unicamp.br">Museu Exploratório de Ciências</a> &#8211; Unicamp vai comprar, veja do que ele é capaz:</p>
<p><a href="http://www.globalimagination.com/index.html"><img class="aligncenter" title="Global Imagination" src="http://www.globalimagination.com/images/gallery/ConkersSml.jpg" alt="Global Imagination" width="255" height="176" /></a>O globo é uma tela esperta que projeta o que o software indicar. Novas aplicações vão se juntar às existentes que lidam com geografia, mudanças climáticas e astronomia.</p>
<p>Eu também achei interessante e acessível para o nosso <a title="Museu Exploratório de Ciências - Unicamp" href="http://www.mc.unicamp.br">Museu Exploratório de Ciências</a> &#8211; Unicamp o <a title="wentzscope" href="http://www.wentzscope.com/Welcome.html">wentzcope</a>, que é um microscópio que os visitantes podem facilmente usar, manipular e trocar de lâminas.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.wentzscope.com/Welcome.html"><img class="aligncenter" title="Wentzscpope" src="http://www.wentzscope.com/Welcome_files/shapeimage_1.png" alt="Wentzscpope" width="302" height="302" /></a><br />
O nome do aparelho é homenagem óbvia ao inventor, Budd Wentz, com que conversei um pouco.</p>
<p>Outra atração em várias versões foi a dos planetários. Por vários motivos eu gostei da proposta da <a title="e-planetarium" href="http://www.e-planetarium.com/">e-planetarium</a>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.e-planetarium.com/index.htm"><img class="aligncenter" title="discovery dome" src="http://www.e-planetarium.com/Galleries/insidedome_lg10.jpg" alt="planetarium portátil" width="472" height="478" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Há outros itens interessantes que oportunamente vamos estudar a viabilidade de termos na Unicamp.</p>
<h4>O centro de convenções</h4>
<p>O local das atividades foi o centro de convenções de Fort Worth, no centro da cidade. É enorme, aliás, o Texas tem mania de grandeza.</p>
<div id="attachment_866" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/centroconvencoesvistodohotel1.jpg"><img class="size-full wp-image-866 " title="CentroConvencoesVistodoHotel" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/centroconvencoesvistodohotel1.jpg?w=450&#038;h=197" alt="Centro de convenções de Fort Worth" width="450" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Centro de convenções de Fort Worth</p></div>
<p>Nos ambientes de maior público (havia uns 1500 participantes), telões de alta definição mostram a imagem dos palestrantes ou do palco. Tudo high tech.</p>
<h4>As palestras e workshops</h4>
<p>Havia muitos eventos em paralelo. Eu tentei acompanhar ou assistir aqueles que tinham alguma chance de ser úteis para o nosso caso.</p>
<p>As apresentações foram, em sua maioria, apresentação de casos particulares. Um tema recorrente foi a da sustentabilidade. E neste sentido, o pragmatismo do capitalismo americano vem à tona na forma de uma empresa, de um negócio que tem que ser auto-sustentável e de preferência dê lucro para novos investimentos.</p>
<p>Outro tema recorrente foi a do envolvimento com a comunidade local e, a grande maioria dos centros e museus de ciências oferecem atividades de ensino não formal, após a escola ou durante as férias escolares.</p>
<p>Finalmente, o tema da arte, que foi o título, de fato apareceu em várias sessões. A idéia de misturar arte com a divulgação científica, na forma de pintura, teatro, fotografia e cinema.</p>
<p>Uma atividade que achei interessante, usa os recursos de câmaras digitais para fazer animações. Em poucos passos um grupo de crianças, adolescentes ou adultos pode fazer um filme com algum enredo. Em alguns casos a proposta foi de enredos livres, mas pode-se propor enredos de cunho informativo e científico.</p>
<p>Por razões didáticas, a escolha do <a title="MonkeyJam" href="http://www.giantscreamingrobotmonkeys.com/monkeyjam/index.html">MonkeyJam</a> foi a que mais agradou-me. É um programa gratuito, mas há outros similares, como o <a title="cyberlink" href="http://www.cyberlink.com/">Cyberlink</a>. A moral da história é que a interação dos visitantes com esta atividade é garantida. Este tipo de atividade pode ser implementada nas férias, por exemplo.</p>
<p>Algumas apresentações envolviam dinâmica de grupo, o que é bom pra não ficar com muito falatório, mas eu não podia facilmente estar em muitos grupos ao mesmo tempo, que era o meu objetivo, a saber, absorver o máximo de ideia para processar enquanto volto ao Brasil.</p>
<p>Foi a minha primeira participação neste tipo de evento e confesso ter estranhado o caráter empresarial e comercial. Em uma palestra, uma senhora com estilo de animadora de vendedores falava de como conseguir recursos com os membros, visitantes etc. A palestra tinha o estilo de auto-ajuda. Eu saí quando ela falou:</p>
<blockquote><p>Nós temos dois ouvidos e apenas uma boca para ouvirmos o dobro do que falamos</p></blockquote>
<p>E com esta pérola ela queria ensinar aos executivos de museus que deveriam ouvir mais os visitantes, os funcionários etc do que falar e dar ordens. Ah se o mundo tivesse essa simplicidade linear! Muito senso comum pro meu gosto. Saí e fui pra outra sala.</p>
<p>Finalmente, uma sessão que prometia ser boa era a das experiências dos centros e museus de ciências que foram construídos ou reformados recentemente. Os apresentadores falariam o que repetiriam e o que não fariam novamente.</p>
<p>De fato foi interessante, mas as configurações são tão diferentes da nossa, que pouca coisa foi acrescentada. Todos eles reclamaram da interação dos empreiteiros e fornecedores com os objetivos, prazos e propósitos da divulgação científica, algo que já sabemos que é complicado mesmo, e que não tem solução global.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A conferência da ASTC 2009 foi interessante principalmente pelos contatos e possibilidades de interação internacional que percebemos serem possíveis. Em termos de conteúdo ficou a desejar, mas eu não saberia o que deveria melhorar.</p>
<p>Do ponto de vista de visita (turismo), conhecer Fort Worth foi muito interessante, especialmente visitar o novo <a title="Museu de ciências de fort worth" href="http://www.fwmsh.org/home/index.html">museu de ciências </a>e o <a title="Kimbell art museum" href="https://www.kimbellart.org/index.aspx">museu Kimbell de artes</a>, que tem um quadro de Michelangelo quando ele era adolescente.</p>
<p>O problema é que depois de tanta informação, fiquei de cabeça cheia.</p>
<div id="attachment_859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/snapshot_20091104_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-859" title="Eu de cabeça cheia" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/11/snapshot_20091104_1.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Samuel de cabeça cheia" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Samuel de cabeça cheia</p></div>
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		<title>Por que a crença em alienígenas?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 20:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[ O artigo &#8220;Por que a crença em alienígenas?&#8221; publicado na revista on-line ComCiência resume parte da dissertação de Mestrado de Rodolpho dos Santos que apresenta várias razões para as crenças populares em discos voadores ou OVNIs. Muito bom.
O artigo finaliza com uma forte recomendação, feita originalmente pelo do astrônomo Steven Dick à comunidade científica, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=849&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=50&amp;id=624"><img class="alignleft" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/10/logo_comciencia.gif?w=176&#038;h=75" alt="" width="176" height="75" /></a> O artigo &#8220;<a title="Por que a crença em alienígenas?" href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=50&amp;id=624">Por que a crença em alienígenas?</a>&#8221; publicado na revista on-line <a title="Revista ComCiência" href="http://www.comciencia.br/comciencia/">ComCiência</a> resume parte da dissertação de Mestrado de Rodolpho dos Santos que apresenta várias razões para as crenças populares em discos voadores ou OVNIs. Muito bom.</p>
<p>O artigo finaliza com uma forte recomendação, feita originalmente pelo do astrônomo Steven Dick à comunidade científica, sobre a importância de esclarecer o público leigo em geral sobre os fenômenos astronômicos ou atmosféricos e sobre o rigor do método científico.</p>
<p>Quem dera  tivéssemos mais redatores, escritores, roteiristas e diretores com mais conteúdos e menos crenças.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 583px"><img title="Por que a crença em alienígenas?" src="http://influxo.org/ingenuidade/files/2008/08/etoextraterrestre.jpg" alt="Imagem de filme famoso que trata de extra-terrestre" width="573" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem de filme famoso que trata de extra-terrestre</p></div>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/849/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/849/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=849&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
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			<media:title type="html">Por que a crença em alienígenas?</media:title>
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		<title>Omega Centauri em detalhe</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>

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		<description><![CDATA[O telescópio satélite Hubble foi recondicionado e há novas imagens de tirar o fôlego de astrônomos profissionais e amadores. Veja por exemplo a quantidade de detalhes do aglomerado Omega Centauri:

São estimadas 100 mil estrelas no núcleo relativamente denso deste aglomerado que está a 16 mil anos-luz daqui.
Neste aglomerados vemos estrelas de todas as idades.

A estrelas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=840&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O telescópio satélite Hubble foi recondicionado e há novas imagens de tirar o fôlego de astrônomos profissionais e amadores. Veja por exemplo a quantidade de detalhes do aglomerado Omega Centauri:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/hubble/multimedia/ero/ero_omega_centauri.html"><img src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/09/384602main_ero_omega_centauri_4x3_946-710.jpg" alt="Aglomerado de estrelas Omega Centauri" /></a></p>
<p>São estimadas 100 mil estrelas no núcleo relativamente denso deste aglomerado que está a 16 mil anos-luz daqui.</p>
<p>Neste aglomerados vemos estrelas de todas as idades.</p>
<ul>
<li>A estrelas amarelas claras são do tipo do nosso Sol, jovens adultas que queimam hidrogênio.</li>
<li>As estrelas amarelas alaranjadas são mais velhas, estão se esfriando.</li>
<li>As estrelas vermelhas são mais velhas ainda e são gigantes.</li>
<li>As estrelas azuis são mais velhas ainda, mais densas e já queimam hélio.</li>
<li>Depois disto, na sequência de idades, vêm as estrelas anãs brancas que já estão acabando até o hélio.</li>
</ul>
<p>Agora imagine um planeta em torno de uma destas estrelas. Se a distâncias estiverem apropriadas para a vida, podemos invejar as noites neste planeta fictício que teria um céu noturno 100 vezes mais brilhante que as nossas noites pela relativa proximidade e densidade de estrelas vizinhas.</p>
<p>Por outro lado a dinâmica atmosférica em um planeta destes não seria trivial dada a provável variação de radiação estelar que certamente teria impacto no clima. Enfim. Só podemos imaginar e fazer modelos para um cenário destes. E não custa sonhar &#8230;</p>
<p>Obrigado <a title="Parabéns Hubble" href="http://sro0.wordpress.com/2007/04/29/not-so-humble-hubble-happy-birthday/">Hublle, mais uma vez</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/840/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/840/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/840/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=840&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
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			<media:title type="html">Aglomerado de estrelas Omega Centauri</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Nova gripe do Influenza A tipo H1N1</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/08/27/nova-gripe-do-influenza-a-tipo-h1n1/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[H1N1]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza]]></category>
		<category><![CDATA[nova gripe]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana (27/Agosto/2009) o Brasil passa a ser o país com  o maior número absoluto de mortes pela nova gripe. A pandemia que começou na américa do norte atingiu a américa do sul com mais fatalidades por razões óbvias no atendimento médico.
O que mais impressiona nesta gripe aqui no Brasil é a sua taxa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=826&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Nesta semana (27/Agosto/2009) o Brasil passa a ser o país com  o maior número absoluto de mortes pela nova gripe. A <strong>pandemia</strong> que começou na américa do norte atingiu a américa do sul com mais fatalidades por razões óbvias no atendimento médico.</p>
<p>O que mais impressiona nesta gripe aqui no Brasil é a sua taxa de mortalidade. Era de se esperar um número absoluto alto de pessoas com os sintomas da gripe no segundo país mais populoso das Américas, mas isto não justifica tantas mortes.</p>
<p>Podemos duvidar dos números levantados por falta de tradição em registros estatísticos. O diagnóstico também tem margem para erros pois é comum haver outras doenças nas vítimas, mas de acordo com o relatório do ministério da saúde:</p>
<blockquote><p>Dentre os casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) pelo novo vírus de influenza A(H1N1) que apresentam pelo menos um fator de risco, a letalidade foi de 16%, enquanto que para os casos de SRAG pelo novo vírus influenza A(H1N1) que não apresentam nenhum fator de risco a letalidade foi de 9,8%.</p></blockquote>
<p>Veja <a title="Informe sobre o H1N1" href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534">o Informe Epidemiológico Influenza A (H1N1) • Ano 1 • nº 4 • agosto 2009 • pagina 5</a> Nesta semana os números de letalidades não são muito diferentes. Veja <a title="Informe sobre o H1N1" href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31287">Informe Epidemiológico Influenza A (H1N1) • Ano 1 • nº 6 • agosto 2009 • pagina 6</a>:</p>
<blockquote><p>Entre os 5.206 casos de SRAG confirmados para Influenza A (H1N1), 557 (10,7%) evoluíram para óbito.</p></blockquote>
<p>Moral da história: Esta nova gripe não é como a sazonal que acontece durante o inverno em qualquer lugar do mundo moderno e, até onde sabemos, não tem tanta letalidade assim.</p>
<p>Em outras palavras, de cada dez pessoas com a nova gripe suína, uma pode morrer. Isto é demais.</p>
<p>Se olharmos o número de mortes por população, podemos ter a impressão de que é um número baixo. Atualmente foram mais de 500 mortos para uma população de 190 milhões. Mas se a contaminação continuar e o vírus ou um mutante sobreviver até o próximo inverno, teremos mais mortes ainda.</p>
<p>Veja um <a href="http://flutracker.rhizalabs.com/">mapa da pandemia</a>.</p>
<p>As boas novas são que o número de pessoas com os sintomas da nova gripe está diminuindo. Isto pode ser conseqüência do aumento relativo das temperaturas.</p>
<p>Para todos os efeitos, a prevenção é o melhor remédio:</p>
<ul>
<li>Evitar o contato direto com pessoas doentes.</li>
<li>Sempre lavar as mãos com água e sabão.</li>
<li>Manter a higiene diária (troca de roupas e banhos).</li>
<li>Procurar um médico assim que tiver um sintoma suspeito</li>
<li>Não confiar na auto-medicação.</li>
</ul>
<p>Não devemos entrar em pânico nem cair na histeria, mas devemos observar com a metodologia científica o que está acontecendo.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/826/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/826/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/826/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=826&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A atração de Júpiter, as crateras e os asteróides</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/08/15/a-atracao-de-jupiter_crateras_asteroides/</link>
		<comments>http://sro0.wordpress.com/2009/08/15/a-atracao-de-jupiter_crateras_asteroides/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 02:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[asteróides]]></category>
		<category><![CDATA[jupiter]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês passado Júpiter captou um objeto e foi a atração da comunidade de astrônomos amadores, pois quem primeiro viu foi um amador. Assim que ele avisou a comunidade, o telescópio profissional captou as imagens abaixo com mais detalhes (clique para ampliar).


Credit: Paul Kalas (UCB), Michael Fitzgerald (LLNL/UCLA), Franck Marchis (SETI Institute/UCB), James Graham (UCB)
Este [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=811&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>No mês passado Júpiter captou um objeto e foi a atração da comunidade de astrônomos amadores, pois quem primeiro viu foi um amador. Assim que ele avisou a comunidade, o telescópio profissional captou as imagens abaixo com mais detalhes (clique para ampliar).<br />
<a href="http://keckobservatory.org/index.php/news/jupiters_adds_a_feature/"><img class="alignleft" title="Impacto em Júpiter" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/jup_bb_w150.jpg?w=149&#038;h=110" alt="Impacto em Júpiter e a imagem da Terra para comparação" width="149" height="110" /></a><br />
<a href="http://keckobservatory.org/index.php/news/jupiters_adds_a_feature/"><img class="alignright" title="Impacto em Júpiter em detalhe" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/jupiter_1_w150.jpg?w=150&#038;h=150" alt="Impacto em Júpiter em detalhe" width="150" height="150" /></a><br />
Credit: Paul Kalas (UCB), Michael Fitzgerald (LLNL/UCLA), Franck Marchis (SETI Institute/UCB), James Graham (UCB)</p>
<p>Este mês Júpiter chama a atenção por estar em oposição, isto é, o Sol a Terra e Júpiter estão quase alinhados, o que aumenta o seu brilho aparente pois está mais próximo da gente do que em outras épocas da nossas órbitas relativas.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/stellarium-0251.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-821" title="stellarium-025" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/stellarium-0251.png?w=540&#038;h=665" alt="stellarium-025" width="540" height="665" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p>Para ver Júpiter até o fim deste mês, não tem erro. Vai ser um dos pontos mais brilhantes do Céu. Vai sair do lado Leste no início da noite e vai brilhar até a madrugada. Quem tiver céu claro e um pequeno telescópio destes em promoção nas lojas de óculos, pode ver o planeta e as suas luas principais, como nas ilustrações acima.</p>
<p>É interessante perceber que os planetas e seus satélites têm sido atingidos por pequenos objetos ao longo de todos os tempos. Basta observar as crateras da Lua.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 706px"><a href="http://www.star-astronomy.com/2008/09/moon-craters/moon-craters"><img title="Crateras da Lua" src="http://www.star-astronomy.com/wp-content/uploads/moon-craters.jpg" alt="Crateras da Lua. Histórico de impactos." width="696" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Crateras da Lua. Histórico de impactos.</p></div>
<p>Aliás, alguns astrônomos já conseguiram pegar o momento de impacto de alguns objetos na Lua, onde levanta poeira e parece uma pequena explosão.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 700px"><a href="http://blogs.nature.com/news/thegreatbeyond/2008/05/post_5.html"><img title="Explosões na Lua" src="http://blogs.nature.com/news/thegreatbeyond/moon%20impact.gif" alt="Explosões recentes na Lua indicam impacto de pequenos objetos." width="690" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Explosões recentes na Lua indicam impacto de pequenos objetos.</p></div>
<p>Nesta semana a nave de exploração de Marte enviou imagens com <a title="Cratera marciana Vitória" href="http://www.nasa.gov/images/content/377896main_mroA-20090811-browse.JPG">a maior qualidade possíve</a>l (visão oblíqua com sombras ajudam na visão de profundidade) da cratera Vitória:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><a href="http://www.nasa.gov/mission_pages/MRO/multimedia/mro20091012a.html"><img title="Crater Vitória de Marte" src="http://www.nasa.gov/images/content/377895main_mroA-20090811-516.JPG" alt="Cratera Vitória de Marte" width="516" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Cratera Vitória de Marte</p></div>
<p>Na Terra identificamos <a title="Lista das crateras na Terra" href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_impact_craters_on_Earth">várias crateras</a>, como no Arizona:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 764px"><a href="http://www.windows.ucar.edu/tour/link=/earth/Interior_Structure/crater.html"><img title="Cratera no Arizona" src="http://www.windows.ucar.edu/earth/images/crater_AZ.gif" alt="Cratera no Arizona" width="754" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Cratera no Arizona</p></div>
<p>A pergunta que não se cala. Com que freqüência estes choques violentos acontecem. Estamos ameaçados? Sim, mas <a title="Monitorando os pequenos objetos do sistema solar" href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=brasil-tera-monitoramento-asteroides-rota-colisao-terra&amp;id=010130090805">tem alguns estudiosos rastreando os pequenos objetos </a>que podem cruzar a órbita terrestre para anteciparem algum desastre. Notem que isto não é fácil, pois o asteróide que atingiu Júpiter não tinha sido avistado antes da colisão com o super planeta. Alguns asteróides são pequenos e escuros para serem vistos, e mesmo assim, podem causar estragos.</p>
<p>Por enquanto, se um asteróide ou cometa estiver em rota de colisão com a Terra, a melhor estratégia é viajar para o outro lugar em que o impacto não cause danos. Para isto, o local do impacto deve ser calculado com bastante precisão e antecedência (semanas ou meses).</p>
<p>[updated]A atração gravitacional de Júpiter tem um papel importante de proteção para a Terra para asteróides ou cometas vindo de longe, das núvens de Oort, mas para os asteróides do cinturão de Kuilbert, a atração de Júpiter nãos nos protege, muito pelo contrário, vide a nossa Lua e Marte.</p>
<p>Não há razão para paranóias,  pelo contrário, isto tudo é muito fascinante.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/811/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=811&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/jup_bb_w150.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Impacto em Júpiter</media:title>
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		<media:content url="http://sro0.files.wordpress.com/2009/08/jupiter_1_w150.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Impacto em Júpiter em detalhe</media:title>
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			<media:title type="html">stellarium-025</media:title>
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		<media:content url="http://www.star-astronomy.com/wp-content/uploads/moon-craters.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Crateras da Lua</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Explosões na Lua</media:title>
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			<media:title type="html">Crater Vitória de Marte</media:title>
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			<media:title type="html">Cratera no Arizona</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Apollo 11: Missão cumprida há 40 anos</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/07/20/apollo-11-missao-cumprida-ha-40-anos/</link>
		<comments>http://sro0.wordpress.com/2009/07/20/apollo-11-missao-cumprida-ha-40-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 05:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Gravitação]]></category>
		<category><![CDATA[Apollo 11]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Apollo dos Estados Unidos começou em 1961 no governo Kennedy, democrata e terminou em 1973 no governo Nixon, republicano. Foram 17 missões, quase todas elas bem sucedidas em um contexto de uma corrida espacial e guerra fria com a União Soviética.
Hoje comemoramos os 40 anos da décima primeira missão na qual dois homens [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=797&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_799" class="wp-caption alignleft" style="width: 306px"><a href="http://sro0.files.wordpress.com/2009/07/976134_com_apollo11mi.png"><img class="size-medium wp-image-799" title="Apollo 11 logo" src="http://sro0.files.wordpress.com/2009/07/976134_com_apollo11mi.png?w=296&#038;h=300" alt="Apollo 11 logo" width="296" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Apollo 11 logo</p></div>
<p>O programa Apollo dos Estados Unidos começou em 1961 no governo Kennedy, democrata e terminou em 1973 no governo Nixon, republicano. Foram 17 missões, quase todas elas bem sucedidas em um contexto de uma corrida espacial e guerra fria com a União Soviética.</p>
<p>Hoje comemoramos os 40 anos da décima primeira missão na qual dois homens pousaram e pisaram na Lua pela primeira vez.</p>
<p>Para refazer a viagem que os astronautas fizeram veja a <a title="We choose the moon" href="http://www.wechoosethemoon.org/" target="_blank">animação do Kennedy Museum</a>.</p>
<p>Este ano comemoramos também os 400 anos em que Galileo olhou para a Lua com mais detalhes, mas ao ser humano não basta ver com os olhos (sic) ou mesmo com auxílio de lunetas e telescópios. Tem que pegar com as próprias mãos se possível. E por isto o homem foi, pousou e pisou na Lua e da lá trouxe uns 20 kg de amostras para que pudéssemos contemplar com as nossas própias mãos.</p>
<p>Veja a foto do local do pouso do módulo Eagle:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 728px"><a href="http://www.nasa.gov/images/content/369440main_lroc_apollo11_lrg.jpg"><img class=" " title="Local de pouso da Eagle do Apollo 11" src="http://www.nasa.gov/images/content/369440main_lroc_apollo11_lrg.jpg" alt="Local de pouso da Eagle do Apollo 11" width="718" height="718" /></a><p class="wp-caption-text">Local de pouso da Eagle do Apollo 11</p></div>
<p>Atualmente os cientistas querem conhecer mais detalhes ainda da Lua com satélites artificiais que têm coletado muitos dados do nosso grande satélite natural. Por exemplo, quais são as variações do campo gravitacional lunar (que é menos intenso que o terrestre). Veja a ilustração:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 730px"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gravitation_of_the_Moon"><img class=" " title="Variações do campo gravitacional lunar" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0f/MoonLP150Q_grav_150.jpg" alt="Variações do campo gravitacional lunar" width="720" height="536" /></a><p class="wp-caption-text">Variações do campo gravitacional lunar</p></div>
<p>Estas variações do campo gravitacional são indicativos de composições não homogênea da Lua.</p>
<p>Tudo indica que outras viagens tripuladas à Lua vão acontecer novamente, talvez como ponto de apoio para uma viagem ainda mais ousada, mas plenamente possível atualmente: pisar em Marte.</p>
<p>Quem viver, verá.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/797/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/797/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/797/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/797/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/797/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/797/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/797/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/797/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/797/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/797/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=797&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
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			<media:title type="html">Apollo 11 logo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.nasa.gov/images/content/369440main_lroc_apollo11_lrg.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Local de pouso da Eagle do Apollo 11</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Variações do campo gravitacional lunar</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Mais luzes das estrelas, menos poluição luminosa</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/06/22/mais-luzes-das-estrelas-menos-poluicao-luminosa/</link>
		<comments>http://sro0.wordpress.com/2009/06/22/mais-luzes-das-estrelas-menos-poluicao-luminosa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Queremos ver mais estrelas e desperdiçar menos energia elétrica.
Veja o vídeo abaixo com imagens de satélites. [editado por J Richards]. As luzes das cidades estão chegando ao espaço. Pra quê? Além de muitos recursos desperdiçados, as noites das cidades ficam poluídas e não podemos ver as luzes das estrelas.
<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=768&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Queremos ver mais estrelas e desperdiçar menos energia elétrica.</p>
<p>Veja o vídeo abaixo com imagens de satélites. [editado por <a title="John S. Richards" href="http://www.protopage.com/johnsrichards">J Richards</a>]. As luzes das cidades estão chegando ao espaço. Pra quê? Além de muitos recursos desperdiçados, as noites das cidades ficam poluídas e não podemos ver as luzes das estrelas.</p>
<p><img style="visibility:hidden;width:0;height:0;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bHQ9MTI*NTQ5MDEyMDY1NyZwdD*xMjQ1NDkwMTQwNzc4JnA9MzY5NzQxJmQ9Jm49d29yZHByZXNzJmc9MSZ*PSZvPTMzOWQ1ZWEwZDE3NDQyZmFiMmYyZjM1Njg2NTIzNWQ1Jm9mPTA=.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /><iframe frameborder="0" width="508" height="383" src="http://wpcomwidgets.com/?width=500&amp;height=375&amp;src=http%3A%2F%2Fcontent.screencast.com%2Fusers%2FPlusAssociates%2Ffolders%2FPlusAssociates%2520Media%2520Roll%2Fmedia%2F989036e2-6db0-47f7-9ea7-a1caea79a4db%2Fflvplayer.swf&amp;quality=high&amp;flashvars=thumb%3Dhttp%3A%2F%2Fcontent.screencast.com%2Fusers%2FPlusAssociates%2Ffolders%2FPlusAssociates%2520Media%2520Roll%2Fmedia%2F989036e2-6db0-47f7-9ea7-a1caea79a4db%2FFirstFrame.jpg%26containerwidth%3D480%26containerheight%3D284%26content%3Dhttp%3A%2F%2Fcontent.screencast.com%2Fusers%2FPlusAssociates%2Ffolders%2FPlusAssociates%2520Media%2520Roll%2Fmedia%2F989036e2-6db0-47f7-9ea7-a1caea79a4db%2FLight%2520At%2520Night.mp4&amp;wmode=tranparent&amp;_tag=gigya&amp;_hash=d0fc03df17e05941318a0459b5000085" id="d0fc03df17e05941318a0459b5000085"></iframe></p>
<p>Reproduzo abaixo o excelente artigo:</p>
<h2><a title="direito à escuridão noturna" href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=5670&amp;bd=2&amp;pg=1&amp;lg=">O direito à escuridão noturna</a></h2>
<h3>Combater a poluição luminosa ― um malefício para a economia, o ambiente e a astrofísica― é mais simples do que se pensa</h3>
<p>Augusto Damineli Edição Online &#8211; 15/06/2009</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://apod.nasa.gov/apod/image/0011/earthlights2_dmsp_big.jpg"><img src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/md/pt/notcont5670.jpg" alt="" width="350" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">© C. Mayhew &amp; R. Simmon (NASA/GSFC), NOAA/ NGDC, DMSP Digital Archive</p></div>
<p>A poluição luminosa tem sido negligenciada pelo poder público e pelos ambientalistas. Os astrônomos têm lutado contra ela há mais de um século, sem muito sucesso. Ela traz 3 malefícios: desperdício econômico, impacto negativo sobre a fauna noturna e apagamento dos astros. Seu combate é mais simples do que para os outros tipos de poluição.</p>
<p>As fotos de satélites (<em>ao lado)</em> mostram manchas luminosas que definem perfeitamente as zonas urbanas, indicando que parte significativa da luz noturna é lançada acima do horizonte. As avaliações feitas nos Estados Unidos contabilizam que 30%  da iluminação pública é desperdiçada dessa forma, num montante de US$ 2 bilhões anuais. Esse padrão se repete em todo o resto do globo terrestre, resultando em dezenas de bilhões de dólares literalmente jogados ao espaço. Só esse fato mereceria uma racionalização da iluminação pública. Mas existem outras razões importantes: ninguém ganha nada com esse desperdício, o contribuinte paga a conta em dinheiro, o meio ambiente perde muitas vidas e nós perdemos o acesso a incríveis laboratórios de física disponíveis no Universo.</p>
<p>O remédio é simples: iluminar só onde é necessário para movimentação noturna. A luz que escapa na linha do horizonte ou acima dele traz dois problemas. Além de gerar uma conta a ser paga pelo contribuinte, ofusca os transeuntes, diminuindo a visibilidade dos alvos que se queria iluminar. Direcionar a luz para o chão num ângulo adequado permitiria visualizar bem o ambiente com lâmpadas de potência muito menor.  Para a iluminação pública, existe um tipo de luminária desenhada para isso, a <em>full</em> <em>cutoff</em>, que, infelizmente ainda não é usada amplamente. Um tipo muito utilizado traz a lâmpada encapsulada num recipiente de alumínio, coberta por um vidro prismático, que refrata a luz para ângulos muito abertos, de modo que parte da luz atinge a linha do horizonte. Existem formatos muitos piores em que a luz é lançada em todas as direções. Na figura apresentamos os 4 tipos básicos:</p>
<div><img src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/md/pt/Luzes.jpg" alt="" /></div>
<p>Uma boa política de iluminação pública seria parar de instalar luminárias inadequadas, usando sempre as <em>full cutoff</em>, substituir as péssimas e corrigir as ruins. A correção pode ser bastante simples, usando uma cinta de alumínio de 12 centímetros na borda inferior da luminária, como demonstrado pelo <a href="http://www.astrosurf.com/diniz/combate_a_poluicao_luminosa.html">astrônomo amador José Carlos Diniz</a> em sua casa de campo num  condomínio em Nova Friburgo (RJ), reposicionando o braço de sustentação da luminára para um ângulo mais próximo da horizontal.</p>
<div><img src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/md/pt/cinta.jpg" alt="" /></div>
<p>Não é raro ver luminárias com arquitetura correta, mas colocadas em postes muito altos, iluminando a copa das árvores. Um triplo problema: prejudicar os seres que habitam essas árvores, deixar de iluminar os cidadãos que transitam debaixo delas e gerar uma conta que estamos pagando. Algumas lâmpadas emitem um espectro luminoso inadequado, como as de mercúrio, que têm uma linha espectral na faixa violeta quase invisível ao olho humano, mas que atrai fortemente pernilongos e outros insetos.</p>
<p>No caso do céu noturno, há uma contradição: o mesmo progresso que possibilita a detecção de astros cada vez mais fracos ilumina o fundo do céu e impede que eles sejam acessados. Cerca de um quarto da humanidade já não vê mais a Via Láctea. Ela é um patrimônio da humanidade e precisa ser preservada para a posteridade. Em alguns lugares, como no Chile, o astroturismo atrai visitantes de todo o mundo. Além desse país, os Estados Unidos, a Espanha, a Itália e a República Tcheca adotam normas de controle de poluição luminosa. No hemisfério Sul, a Via Láctea é um espetáculo sem igual nas noites de inverno. A rede de pesquisadores e astrônomos amadores que promove o Ano Internacional da Astrofísica 2009 está promovendo maratonas de observação da Via Láctea e avaliação, pela população, do impacto da poluição luminosa. Para conhecer as atividades desse programa, visite o site <a href="http://www.astronomia2009.org.br/">www.astronomia2009.org.br</a> . Nas férias de julho, as noites sem luar são especialmente favoráveis à observação da Via Láctea, pois muitas crianças vão para locais fora das grandes cidades. Só falta os adultos fazerem seu papel e as convidarem para contemplar esse magnífico espetáculo.</p>
<p>A iluminação irracional causa baixas na fauna noturna. Uma grande parte das espécies se adaptou à escuridão e necessita dela para se alimentar, se acasalar e se movimentar. A claridade produzida pela iluminação de monumentos públicos e plataformas de petróleo desorienta as aves migratórias. Insetos das florestas são atraídos para ambientes urbanos, morrendo aos montes ou se adaptando e passando a se alimentar das pessoas, transmitindo doenças. Nossos próprios antepassados mamíferos eram animais noturnos, no tempo dos dinossauros, usando o manto protetor da escuridão para se proteger dos predadores. A iluminação noturna invade esse ambiente e desaloja seus habitantes de modo análogo à derrubada das florestas.</p>
<p>No ritmo em que a iluminação irracional cresce, em pouco tempo não haverá mais noite escura na Terra. Isso será uma transgressão irreparável ao direito das espécies que se adaptaram à escuridão noturna e dos cidadãos que se dedicam a estudar e a contemplar o céu. Participe das atividades na “Maratona da Via Láctea”, centradas na fase de lua nova, nos meses de junho, julho, agosto e setembro.</p>
<div><strong>Como você vê a Via Láctea na sua cidade?</strong> <img src="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/arq/md/pt/escorpiao_e_pl.gif" alt="" /></div>
<p><strong>Para mais informações:</strong></p>
<p><a href="http://www.astronomia2009.org.br/">Rede AIA2009</a><br />
<a href="http://www.darkskiesawareness.org/">Dark Skies Awareness (IYA2009)</a><br />
<a href="http://www.darksky.org/mc/page.do">International Dark-Sky Association</a><br />
Excelentes reportagens  na revista <a href="http://ngm.nationalgeographic.com/geopedia/Light_Pollution">National Geographic</a><br />
<a href="http://www.ctio.noao.edu/light_pollution/">Cerro Tololo Interamerican Observatory</a><br />
<a href="http://observatorio-alpha.110mb.com/sos_oip.html#c">Odilon Simões Corrêa:</a><br />
<a href="http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polumin/">Roberto Silvestre</a><br />
<a href="http://www.astrosurf.com/diniz/combate_a_poluicao_luminosa.html">José Carlos Diniz</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/768/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/768/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/768/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=768&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Inverno: dia mais curto do ano</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/06/21/inverno-dia-mais-curto-do-ano/</link>
		<comments>http://sro0.wordpress.com/2009/06/21/inverno-dia-mais-curto-do-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 04:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por definição, o inverno começa no dia mais curto do ano. Podemos citar três observações contundentes a respeito deste dia chamado de solstício de inverno:

O Sol nasce  mais tarde;
O por-de-Sol acontece mais cedo;
A sombra de algo vertical ao meio dia é a maior.

Tudo em relação aos outros dias do ano para um determinado local geográfico [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=778&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Por definição, o inverno começa no dia mais curto do ano. Podemos citar três observações contundentes a respeito deste dia chamado de <strong>solstício de inverno</strong>:</p>
<ol>
<li>O Sol nasce  mais tarde;</li>
<li>O por-de-Sol acontece mais cedo;</li>
<li>A sombra de algo vertical ao meio dia é a maior.</li>
</ol>
<p>Tudo em relação aos outros dias do ano para um determinado local geográfico (ou à mesma latitude norte ou sul). Estas observações precisam de instrumentos simples. Bastam metodologia de anotar dados, medir as sombras, e ter um relógio confiável numa margem de erro de até 3 minutos.</p>
<p>Há outras observações mais sutis:</p>
<ul>
<li>O tempo do Sol cruzar o horizonte (ao nascer e ao se por) são maiores pois neste dia o Sol não cruza o horizonte de maneira perpendicular.</li>
<li>O trajeto do Sol ao longo do dia é de fato no sentido Leste-Oeste apesar de estar bem mais ao Norte. Isto é, praticamente o Sol nasce no Nordeste e se põe no Noroeste.</li>
<li>O Sol está em uma ponta extrema do <a title="analema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Analema">analema</a>.</li>
</ul>
<p>No vídeo abaixo, veja a animação da posição do Sol ao longo do ano (em um mesmo horário a cada dia) com as constelações do Zodíaco no fundo e a trajetória do analema.</p>
<iframe frameborder="0" width="508" height="383" src="http://wpcomwidgets.com/?width=500&amp;height=375&amp;src=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fv%2FQmHwyQwn0Sg%26hl%3Dpt-br%26fs%3D1%26&amp;quality=high&amp;wmode=tranparent&amp;_tag=gigya&amp;_hash=762e9553bcd71397bb21837b08618885" id="762e9553bcd71397bb21837b08618885"></iframe>
<p>Tentei apresentar acima o que pode ser medido com relógios, réguas, transferidor etc, mas com a ajuda de instrumentos muito mais precisos (relógios atômicos, satélites artificiais etc) sabemos que até mesmo a medida de tempo precisa de correções.</p>
<p>As informações abaixo valem para a região de Campinas, SP, Brazil:</p>
<ul>
<li>O dia 7 de Junho foi o dia de por-de-Sol mais cedo, a saber, 17h30m;</li>
<li>O dia 4 de Julho vai ser o dia de alvorada mais tardia, a saber, 6h50m;</li>
<li>No dia 21 de Junho, o Sol nasce  às 6h48m e se põe às 17h32m, isto é, dez horas e quarenta quatro minutos de Sol. Veja <a title="USNO" href="http://aa.usno.navy.mil/data/docs/RS_OneDay.php">dados para sua localização no USNO</a>.</li>
<li>Ao dia aparente (de meio dia local a outro meio dia local) faltam um minuto e quinze segundos para completar as 24 horas do tempo solar médio. Veja <a title="equação do tempo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Equa%C3%A7%C3%A3o_do_tempo">equação do tempo</a>.</li>
</ul>
<p><a title="Noite mais longa." href="http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/arch2009-06-14_2009-06-20.html#2009_06-20_15_14_50-7000670-0">Dica do Física na Veia</a>! Eu estava escrevendo algo, quando vi o instrutivo post do prof. Dulcídio Bras Jr.</p>
<p>Veja mais sobre <a title="analema" href="http://sro0.wordpress.com/2007/12/22/solsticio-em-um-extremo-do-analema/">analemas</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/778/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/778/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/778/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/778/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/778/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/778/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/778/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/778/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/778/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/778/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=778&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Mais um primo de Mersenne descoberto. Agora são 47.</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/06/14/mais-um-primo-de-mersenne-descoberto-agora-sao-47/</link>
		<comments>http://sro0.wordpress.com/2009/06/14/mais-um-primo-de-mersenne-descoberto-agora-sao-47/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 02:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Computação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Números Primos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sro0.wordpress.com/?p=763</guid>
		<description><![CDATA[Os números primos de Mersenne são do tipo Mp = 2p &#8211; 1, onde p é um número primo. O número descoberto pelo projeto de computação distribuída GIMPS tem 12837064 dígitos (na representação decimal). Um número com quase 13 milhões de dígitos não é fácil de lidar. Nem mesmo com computadores. Este novo primo de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=763&subd=sro0&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Os números primos de Mersenne são do tipo <em>M<sub><span>p</span></sub></em> = 2<sup><span><em>p</em></span></sup> &#8211; 1, onde <em>p</em> é um número primo. O número descoberto pelo projeto de <a title="Mersenne primes" href="http://www.mersenne.org/">computação distribuída GIMPS</a> tem 12837064 dígitos (na representação decimal). Um número com quase 13 milhões de dígitos não é fácil de lidar. Nem mesmo com computadores. Este novo primo de Mersenne foi processado em um computador de 3 GHz Intel Core2 em 29 dias, sem parar.</p>
<p>Quem encontrou o primo? Foi um gerente de T.I. Na realidade ele colocou os computadores à sua disposição para descobrir que o número encontrado só é didvidido por um ou por ele mesmo.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><a href="http://www.mersenne.org/"><img title="Números de Mersenne" src="http://www.mersenne.org/images/sm_logo_2007.jpg" alt="Números de Mersenne" width="184" height="92" /></a><p class="wp-caption-text">Números de Mersenne</p></div>
<p>Você também pode fazer isto e ser o próximo descobridor de um primo de Mersenne e todos terão chances de encontrar um primo de Mersenne pois provavelmente não tem limites. Provavelmente. O problema é que os números com poucos dígitos já foram descobertos. Os próximos serão ainda maiores.</p>
<p>Se você quiser doar parte de seus recursos computacionais para o projeto de encontrar números primos de Mersenne, veja as <a title="Mersenne primes" href="http://www.mersenne.org/freesoft/#newusers">simples instruções</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/763/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/763/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/763/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/763/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/763/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/763/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/763/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/763/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/763/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/763/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=763&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
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			<media:title type="html">Números de Mersenne</media:title>
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	</item>
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		<title>Uma beleza matemática nos corais e crochets</title>
		<link>http://sro0.wordpress.com/2009/05/07/beleza_matematica_nos_corais_e_crochets/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 07:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você gosta de arte (crochet) ou matemática (geometria hiperbólica) ou biologia marítima (corais) vai apreciar a apresentação da Dr. Margaret Wertheim logo abaixo. O vídeo de 16 minutos, em inglês mas com excelente dicção.
Margaret Wertheim on the beautiful math of coral &#124; Video on TED.com.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/84445194@N00/sets/72157594407472295/"><img title="Hyperbolic Crochet Reef " src="http://farm1.static.flickr.com/121/315166502_b75261fcd4.jpg" alt="Hyperbolic Crochet Reef " width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Hyperbolic Crochet Reef </p></div>
<p>Se você gosta de arte (crochet) ou matemática (geometria hiperbólica) ou biologia marítima (corais) vai apreciar a apresentação da Dr. Margaret Wertheim logo abaixo. O vídeo de 16 minutos, em inglês mas com excelente dicção.</p>
<object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/MargaretWertheim_2009-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MargaretWertheim-2009.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=519" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/MargaretWertheim_2009-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MargaretWertheim-2009.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=519"></embed></object>
<p><a href="http://www.ted.com/index.php/talks/margaret_wertheim_crochets_the_coral_reef.html">Margaret Wertheim on the beautiful math of coral | Video on TED.com</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sro0.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sro0.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sro0.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sro0.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sro0.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sro0.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sro0.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sro0.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sro0.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sro0.wordpress.com/721/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sro0.wordpress.com&blog=3619370&post=721&subd=sro0&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Samuel</media:title>
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